Seu olhar fulmina. Está caída, apoiada sobre as duas mãos olhando para ele. Linda, tão linda… Parece tão pequena ali, no chão do quarto, um filetinho de sangue quase imperceptível escorrendo do lábio inferior… A não ser pelos olhos. Os olhos são furiosos, vivos, ficam enormes quando ela está zangada. Ela se levanta cambaleando. Enquanto ela recupera o fôlego ele a observa e pensa no quanto é linda assim, em posição de desafio. A textura da pele e dos seios denunciam traços de sangue índio diluídos em muitas gerações. A barriguinha (que ele adora) é firme e talhada, mas há um montinho logo abaixo do umbigo do qual ela reclama sem parar e ele acha extremamente sexy. A boceta gordinha e sem pelos é grande e desafiadora como a de uma prostituta. Mas quando se abre mostra uma rachinha surpreendentemente apertada e um grelinho de menina. As coxas grossas são firmes, mas arredondadas. Ela é assim, toda arredondada, curvilínea. A Vênus Calipígia.
_EU DISSE QUE NÃO D-O-E-U!
As palavras dela o despertaram do devaneio. Por um instante permanecem assim, um de frente para o outro. Ela com om os olhos furiosos e a boca sangrando. Ele com um meio sorriso. Então em menos de um segundo, o suficiente apenas para ver o terror invadir aqueles olhos que queimam ele agarra seus cabelos e a arrasta para a cama. Sim, arrasta. Ele a puxa com força, de tal modo que ela não pode manter-se de pé. Como quem pega uma boneca ele a debruça sobre a cama, os joelhos no chão , a bunda empinada e oferecida.
Primeiro com a mão. Ele adora usar as mãos nela. Nas outras meninas prefere instrumentos mais sofisticados… Mas nesta… Gosta de ver as marcas de seus dedos na bunda dela. Gosta de apertar e beliscar as nádegas depois de cada tapa. Ela começa a chorar baixinho. Um chorinho lindo, de criança, quase um ganido. E ele bate mais. Mais. E mais. Bate até começar a arfar. Agarra os cabelos dela novamente e sussurra em seu ouvido:
_ Shhh…Sem choro princesinha, agora vamos começar a brincar viu? Você foi muito feia desafiando o DONO não foi? RESPONDE CADELA!- a cabeça é puxada para trás e ela solta um gritinho de susto e de dor. O “sim meu SENHOR” que ela responde é quase inaudível e cortado pelo choro. Ele tira o cinto.
-Não vou gastar nenhum de meus brinquedos com você hoje vadia. Mas pode ter certeza que você vai querer me implorar para usá-los. E eu não vou te amordaçar, mas não quero barulho, um grito sequer. Eu quero ver você se controlar para o DONO, e aí talvez o seu castigo seja um pouco mais brando – ele acaricia a bunda redonda e quente, e sobe as mãos pela cintura e costas. Ele se deita sobre ela, que pode sentir o volume entre suas nádegas. Ele fala com suavidade, quase com ternura – Você acha que consegue putinha? Você consegue se controlar para o seu DONO?
Ela faz que sim com a cabeça. Os dois faróis antes tão furiosos já estão vermelhos pelo medo e pelo choro. Ela não se mexe, apenas treme. E ele usa o cinto. Primeiro só o couro. Depois a fivela. Uma, duas , sete, dez, quantas será que ela aguenta sem gritar? A cada uma ela serra os dentes e as lágrimas rolam por seu rosto. Ele sabe que ela não usará a safe. Esse é um animalzinho raro. Ele sabe que ela não se entrega, é preciso sempre quebrá-la. Todos os dias. Um dia de cada vez. Quando as marcas tornam-se suficientemente boas, ele pára. Vergões vermelhos e hematomas escuros. Um cortezinho pequeno aqui e ali.
Ele sai do quarto e a deixa respirar um pouco, mas é breve. Volta com uma vasilha de água morna e perfumada, e uma toalhinha pequena, dessas de mão. Ele beija os olhos fechados da menina que treme, tão humilde, tão indefesa….Beija as bochechas, o nariz, e a boca. Os lábios dela se entreabrem mas ele se afasta. Molha a toalhinha na solução perfumada e aplica sobre os vergões. Ele a vê arquear as costas. Ela arranha os lençóis e chora. Mas ele sabe que ela não vai gritar.
_ Vê como o DONO gosta de você querida? DONO misturou até aqueles sais de banho perfumados que você gosta com o sal grosso comum. Olha que linda vai ficar, toda marcada e cheirosa… Vai parecer uma petzinha, dessas de colo, não uma cadelinha de rua malcriada e sarnenta.
Ele faz questão de aplicar a salmoura devagar, secando os vergões e reaplicando a toalha molhada.Então, com toda calma, ele traz a guia e prende na coleira dela. Ele a faz vir de quatro até o computador. Ele se senta e a mantém ajoelhada à sua frente.Ele abre a braguilha e liberta seu pau, socando na boca dela de uma vez. Ela engasga e tosse. Ele sorri e a traz novamente, desta vez com carinho.
_Vamos princesa, chupe. Chupe bem gostoso. Use essa boquinha de puta para dar prazer ao seu DONO.
Ela chupa. Chupa como sabe que ele gosta. Lambe as bolas, segurando o pau delicadamente com a mão hábil e macia. Lambe a cabeça, e chupa só a pontinha, como se ele não coubesse em sua boca. Lambe todo o corpo do cacete, esfregando a carinha linda nele, como se sua vida dependesse disso. Ele então pressiona a cabeça dela para baixo e a faz engolir o membro inteiro. Ele a conduz. Ela obedece, fazendo barulhinhos com a boca cheia de saliva, do jeito que sabe que ele gosta. Ela está pronta. Agora, finalmente, ele começará a castigá-la.
Primeiro ele tecla com uma de suas meninas. Ela não sabe se tem ou não irmãs. Ele sempre diz que ela saberá quando chegar a hora. Ele narra a conversa para ela, que volta a chorar enquanto chupa. Ele manda que a menina ligue a web-cam e se exiba para ele, e descreve com detalhes o corpo dela, elogiando-o. Ele compara as duas, dizendo sempre o quanto ela está aquém da outra, o quanto lhe falta em beleza, educação e atrativos. Ela continua chupando e chora. Ele sabe que esta é a pior das dores para ela. Ela não se importa que ele tenha outras, ela nunca se importou. Mas não há nada pior para ela que ser comparada e se sentir inferior. Sentir que seu lugarzinho no coração dele não está seguro. E é justamente esse o castigo que ele dá a ela.
Ele conversa com todas as meninas de seu canil, uma a uma, deixando claro que essa que o serve é a última e pior de todas. Conversa com uma ex-namorada com quem ainda se encontra de vez em quando. Conversa com amigos , descrevendo-a e ao seu servir, enfatizando o quanto ela é fraca e tem a aprender. Alguns o aconselham a livrar-se dela, e ele responde que tem pensado muito nisso. Nesse momento ela se desdobra em agradá-lo e chupa com mais afinco, massageando as bolas. Ele percebe que está na hora de ser particularmente cruel.
Ele entra no skype. Ele liga para uma menina que se foi há muito tempo. Ela sabe que essa é realmente especial. Ela sabe que ela deixou uma cicatriz que ainda lateja. Ela sabe que em muitos momentos ele ainda chama seu nome, mesmo sabendo que ela se foi. Ele conversa com a menina no viva-voz. Ele é amoroso com ela e ela com ele. Ele a excita e a faz gozar, observando-a tocar-se pela câmera. A dor de sua cadela, aquela que está ali a lhe servir é quase insuportável. O estômago queima de ciúmes, as pernas fraquejam. Ela pensa na safe. Ela sabe que não vai aguentar muito mais tempo daquilo. Ela chora com o pau de seu DONO na boca, chora de soluçar. Tantos são os soluços que ela não consegue mais chupá-lo como deve. A menina do skype gozou. O Dono diz que a ama e olhando para a cadela que soluça ajoelhada a seus pés se despede dizendo que não há ninguém no Brasil que se compare a ela. A cadela não suporta as últimas palavras e irrompe em um choro alto e sofrido que o enlouquece. Ele a derruba, a vira e ali mesmo a invade de uma só vez estocando forte. Ele soca, soca e soca, chamando pelo nome da outra. A dor da menina é insuportável, ela não resiste mais, apenas chora. Ele lhe segura os pulsos e diz:
_ Goza criança, goze o quanto quizer.
Ela goza gemendo e chorando alto. È um gozo longo, que vai e volta em orgasmos múltiplos quando ele aumenta a velocidade e a pressão. Ele sente a boceta que lateja e pinga ordenhando o seu pau.Ele aperta sua menina como se ela fosse a última mulher do mundo, entrando mais, fundindo-se com ela. Ele goza dentro dela durante muito tempo, os corpos colados, suando e gemendo.
Quando sua respiração volta ao normal ele a puxa para si orgulhoso. Ela pergunta tímida:
_ DONO entendeu o que sua menina fez hoje?
Ele sorri:
_ Sim criança. Você despertou o meu sadismo quando sentiu que eu precisava.
_É que DONO anda tão estressado com o trabalho… eu… achei que seria bom para ele liberar um pouco…
Ele a beija com carinho.
_ Você agiu bem criança. Seu DONO está muito satisfeito com você.
Ela se aninha mais e sorri. Ela o servira bem. Ela fora valente. Ela fecha os olhos e relaxa no corpo do DONO. Ela está em paz.


9 Comentários
Novembro, 24, 2008 às 8:59 am
Fantástica alegoria do poder na sexualidade: A dominação, a selvageria, o poder, sempre o poder.
O Pândego Endiabrado
http://opandegoendiabrado.wordpress.com/
Novembro, 24, 2008 às 9:00 am
Outra coisa, tb gostei muito do visual do site. A imagem de cabeçalho estilo comics-pulp-vintage muito legal.
Parabéns pelo blog.
O Pândego Endiabrado
http://opandegoendiabrado.wordpress.com/
Novembro, 24, 2008 às 2:58 pm
Obrigada pelos comentários! Espero vê-lo aqui mais vezes!
Novembro, 25, 2008 às 1:59 pm
VC já pensou em ilustar suas histórias, tipo comics ou quadrinhos?
Pela dinânimca da história seria uma boa idéia.
Até +
O Pândego Endiabrado
http://opandegoendiabrado.wordpress.com/
Novembro, 29, 2008 às 12:28 am
Já pensei sim…Falta quem ilustre rsrsrs
Dezembro, 21, 2008 às 10:42 pm
Adorei os contos! Beijos, Lilly!
Dezembro, 21, 2008 às 11:19 pm
Obrigada! E seja bem-vinda!
Outubro, 5, 2009 às 9:51 pm
Puta merda, com o perdão da má palavra… Vou soltar fogos hoje, e olha que não sou fã do barulho… Mas é que é raríssimo encontrar contos que, além de interessantes (esse é delicioso), sejam bem escritos…
Adorei. Vou ler os outros todos, depois.
Beijos!
Outubro, 18, 2009 às 10:06 am
Obrigada! Volte sempre! Prometo que vou manter o blog atualizado agora!