Janeiro, 17, 2009...4:01 am

Castigo – Parte II

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castigo22

Beberam a cerveja. Minha mãe me trouxe uma garrafa de cerveja de trigo da Bélgica no mês passado. O DONO disse só iríamos bebê-la na quarta. Quarta-feira é meu aniversário de encoleiramento. Dois anos. Mas agora… Agora não sei nem se ainda estarei encoleirada na hora do almoço…

Conforme me fora ordenado arrumei as tulipas novas, que ele havia comprado especialmente para o aniversário. Trouxe a bandeja, os servi e ia voltar à minha posição de cadela, mas ele mandou que eu esperasse de pé enquanto bebiam. Sempre acariciando a vadia e sorrindo disse a ela:

_ Me dê sua bolsa meu bem.

E para mim:

_ Estenda os braços sarnenta. Você dará um ótimo cabide para a bolsa de minha nova menina. Humm…Como não pensei nisso antes? Talvez você não seja tão inútil afinal…Posso fazer um cabideiro de você. Eu estava mesmo precisando de um… isso, fique quietinha. Assim. Sempre amordaçada é claro, afinal você fala demais.Sabe que estou começando até a gostar de você ter feito o que fez? Assim posso me livrar dessa sua vozinha irritante e inconsequente de uma vez por todas…

Depois de tapar minha boca com o silver tape novamente ele pendurou a bolsa dela em meu antebraço esquerdo. Não estava pesada, mas eu sabia que depois de algum tempo naquela posição iria estar. Continuaram bebendo e conversando. Ele se mostrou especialmente cortês e paciente com ela, ouvindo suas idiotices com atenção. Ella Fitzgerald cantando “At Last”. Era a deixa que ela precisava. Ela começou a dançar para ele. Uma dança suave e pouco afetada. Movimentos muito leves com os braços. Leves, mas graciosos e precisos. Lindos eu tenho que admitir. Mantinha os pés juntos e os joelhos dobravam e esticavam alternadamente enquanto ela movimentava os braços. Ondulava os quadris na medida exata, quase contida. Elegante e nada vulgar. De vez em quando ela movimentava a cabeça e uma cascata de ondas vermelhas cobria o seu rosto. Ela sorria e seus olhos felinos brilhavam. Ela não precisava seduzí-lo, já o fizera. Ela mostrava com seu corpo o desejo de que ele a vergasse. O desejo de que ele lhe roubasse o fôlego e a alma . Que a fizesse sorrir e agradecer quando ele machucasse seu corpo e seu ego. Ela sentia-se pronta e ansiosa. Pronta para pertencer a ele.

Ele continuou sentado. Fez sinal para que ela se aproximasse. Agarrou suas coxas por debaixo do vestido, e depois sua bunda. Apertou com força e ela suspirou. Mandou que ela se livrasse do vestido mas que não tirasse a calcinha.

_ Sempre é bom uma pecinha de roupa para temperar.

Ele a agarrou pela nuca e a imprensou contra a parede. Suas mãos percorreram aquele corpo branquinho e macio, ora apertando, ora arranhando. Como se fosse um violonista ele deixava uma das unhas compridas. Mas não para a música.

Segurando-a pelos cabelos ele vergou-a até que ela se ajoelhasse. A vadia fora bem adestrada, baixou imediatamente os olhos. Não foi preciso que ele mandasse, ela sabia o que tinha que fazer. Vi a linguinha rosada lamber o chão à frente dele, e depois suas botas. Ainda puxando seus cabelos ele a arrastou e fez com que apoiasse as mãos no sofá. Puxou sua calcinha até que ela entrasse pelos grandes lábios. Ele cochichou a autorização no ouvido dela entre mordidas e beijos. Ela começou a se mexer imediatamente, esfregando-se no único pedacinho de pano que ainda tinha sobre o corpo e gemendo alto. De repente ele rasgou a calcinha de uma vez. Ela estremeceu de susto e ele a passou o dedo médio em sua rachinha, bem devagar. Subiu até o grelinho e voltou em direção ao cú, repetidamente. Ela olhou para ele, aflita por liberar o gozo e recebeu um tapa.

_Shhh…ainda não neném.

Ele sempre me chamava de neném em casa, mas eu não me importei. Eu não chorava mais. Eu não sentia mais raiva, tesão ou tristeza. Eu era um cabideiro. Eu não sentia mais nada.

Ele continuou explorando a racha displicentemente, levando-a ao desespero. Quando viu que ela não conseguiria segurar ele parou. Sentou-se novamente e acenou com cabeça. Ainda arfando ela se ajoelhou e tirou-lhe as botas e as meias. Ele mandou que ela se deitasse e passou a esfregar a sola dos pés na cara dela. Pisou em seu rosto algumas vezes e deixou que ela lambesse seus pés. Puxou-a para cima e abriu ele mesmo a calça. Ela abocanhou seu pau com fome de quase-gozo, como se aquele fosse seu último ato nesse mundo. Ele segurava seus cabelos fazendo com que ela engolisse todo o cacete de uma vez. Quando ela engasgava ele ria e a parabenizava, olhando para mim e dizendo que gostava de meninas assim, dedicadas. Ela começou a punhetá-lo enquanto lambia seu saco e ele a chamava de sua puta gulosinha, bezerrinha, vadiazinha do DONO. Ele parecia se entregar ao prazer que ela lhe dava como ela se entregara a ele, até que entre gargalhadas a afastou de si e esbofeteou-a seguidamente. Enfiou o dedo de uma vez em sua bunda, e apertando-a de encontro ao peito, disse baixinho:

_ Goza minha menina. Goza gostoso para o DONO.

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