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Caçada II

A pequena tremia. Sorrindo, ele a aparou com cuidado e a deitou no chão do quarto. Não podia ver os olhinhos assustados por causa venda, mas não precisava. Os adivinhava, não por serem marcantes ou extraordinariamente belos, mas porquê os conhecia mesmo.Estava branca feito papel e suava frio. A boquinha vermelha e carnuda empalidecera, e ela estava molinha como um bebê. Ele saiu um instante e voltou com um pouco sal, que colocou sob a língua da menina. Trinta e dois anos de meninice manhosa, que falava sem parar e chorava gostoso.

Ela estava destreinada. A separação tinha sido longa demais e ela amolecera. Teria que começar tudo de novo, um sentido de cada vez. Um dia amarrá-la, no outro vendá-la, sufocá-la uma vez ou outra…Ele suspirou, pensando no trabalho que teria e se valeria a pena, depois de tudo o que passaram, adestrá-la novamente. Enquanto retirava-lhe a venda pensou na morena da noite anterior. Se tinha que recomeçar o treinamento do zero quem sabe não investir tempo e energia em uma nova cadela?

A morena tinha a alma, só lhe faltava a guia certa. E era gostosa, isso ela era. Um par de coxas enormes. Ela avisara que eram grossas mas ele não pensou que fossem tanto. A bunda era de se afogar.Tinha de abrí-la com as duas mãos para chegar ao botãozinho roxo, escondido naquele mundo de carne. E até que fora valente, suportara tudo sem reclamar. Usou a safe uma vez, é verdade, quando ele lhe deu palmadas na xana, mas mostrara potencial. Com o tempo e o adestramento ela ficaria mais resistente.

As cores voltavam ao rosto da menina, as bochechas redondas voltavam a ficar rosadas. Os olhinhos pidões, envergonhados e frágeis olhavam o teto para não encontrar os dele. Mesmo molinha como estava ela mantina as mãozinhas em posição; abaixo do umbigo, mão esquerda sobre a direita. Já não suava frio e ele sabia que ela queria falar sobre o que acontecera. Decidiu tirar a cabecinha do colo e pousá-la no chão. Sentou-se na cadeira e ficou ali olhando para ela. Mas ela resistiu à vontade em silêncio, que bonitinha. Os peitinhos bicudos apontando para o teto, subindo e descendo com a respiração. Ele pegou os prendedores, para brincar um pouco enquanto pensava.

A menina perdera o costume é verdade, mas permanecera fiel. Enviou as fotos todos os dias, o cuzinho voltara a ser apertado, parou de se depilar como ele mandara. Ele riu com este último pensamento, desejando ter estado lá, para vê-la tentar explicar porque, durante três meses, não depilara sequer as axilas.A melhor maneira de manter uma mulher quieta. Ele sabia que ela não teria coragem de tirar a roupa na frente de homem nenhum, peluda como estava.

Ver a carinha de vergonha na inspeção da volta havia sido um gozo particular. E melhor ainda foi fazê-la esperar até o dia seguinte para ser usada, depois que se livrasse dos pelos e se reapresentasse devidamente. Claro que a vontade dele foi de pular sobre ela e devorá-la até cair de exaustão.Mas não o fez.Teria todo o tempo do mundo para usá-la depois.

Ele ficou assim, puxando distraidamente a correntinha que unia os prendedores, ouvindo os gemidinhos agudos… É. Sentira falta dela. O celular vibrou sobre a mesa.Ele se levantou para verificar, não sem antes prender um pesinho pequeno na corrente e mandá-la ficar de quatro no chão.

Ele verificou o aparelho. Mensagem da morena, agradecendo a sessão e se colocando a seus pés. Ele deu outro suspiro, ainda mais profundo. Ambas ainda tinham um mundo a aprender. Decidiu que não pensaria mais nisso naquele dia, nem em uma nem na outra. Era sexta – feira, e ele já tinha algo planejado para hoje. Puxou os prendedores dos peitinhos de sua menina, fazendo-a gritar. Deu-lhe um tapa estalado na bunda, mandou-a guardar os brinquedos e preparar-lhe um banho. Mandou que ela o lavasse e aprontasse sua roupa. Já vestido, deu-lhe um beijo na testa e mandou que ela fosse se deitar. Quando chegasse queria encontrá-la dormindo.

Ele entrou no bar e ela já estava lá, esperando por ele. Ele encostou no balcão, pediu uma cerveja e acendeu um cigarro. Sorrindo por dentro, ele apostou consigo mesmo que hoje ela não levaria mais do que vinte minutos para agir, e ganhou a aposta. Em cinco minutos ela olhou em seus olhos, em sete estava quase ao seu lado, se mostrando para ele e soltando o seu cheiro. Ele esperou pacientemente que ela tomasse sua água. Quando a garrafinha estava na metade, ele, divertido, sentou-se em uma mesa, só para vê-la sair. Ele gostava do jeito dela andar.

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Castigo – Final

Ouvindo os gritos de gozo, eu me surpreendi quando senti as lágrimas rolando. Porquê apesar delas, eu não sentia o desespero que deveria acompanhar o meu choro. Eu estava entorpecida, em minha função de cabideiro. Não conseguia identificar qualquer sentimento, mas aquele choro me dizia, como se fosse um sinal de fora de mim que eu sofria. E se sofria, gostava.

O DONO continuou apertando-a contra seu peito, até que a respiração da cadela se normalizasse. Ela tentou se aninhar e beijá-lo mas ele a empurrou, sentando-se em sua poltrona.

_De quatro.

Trôpega e confusa ela obedeceu de olhos baixos.Ele passou a sola de um dos pés por seu rosto.

_ Lamba.

Estremeci com o som do tapa.

_Assim não. Lamba como a cadela que é.

Eu não conseguia ver o rosto dela, mas tinha a visão perfeita de sua xaninha careca e de suas nádegas, ligeiramente reparadas . Ela era toda rosada. Rosada e brilhante com os sucos do desejo que sentia por estar ali.

_Pare. Lábios no chão.

Ele não tinha pressa. Trouxe um consolo e enfiou-o na xaninha cor-de-rosa. Sentou-se novamente e a trouxe para mais perto de si, ainda de quatro.

_Continue.

Enfiou dois dedos em sua bunda. Ela suspirou. Tentava se conter, mas deixava escapar alguns movimentos quase involuntários. Ele enfiou outro dedo e mais outro. Agora já eram quatro.

_ Não sei quem iniciou você putinha, mas fez um belo trabalho.

Ela agora gemia, sem parar de lamber-lhe os pés.Quando enfiou o quinto dedo em seu cuzinho, ele lhe autorizou a rebolar. Ele socava sem parar na bunda dura e empinada, acariciando-lhe os cabelos e os seus seios, divertindo-se em fazê-la gozar. Quando sentiu o anel começando a latejar e apertar seus dedos retirou-os bruscamente, fazendo-a gritar surpresa, assustada e frustrada pela interrupção do gozo.

_ Mas que vagabundinha…Quem lhe disse que podia gozar de novo cadela? Não se pode mesmo elogiar vocês…Não passam de putas porcas e safadas…

E para mim:

_Abaixe os braços sarnenta, antes que deixe cair a bolsa e me dê ainda mais trabalho. Tsc, tsc…Meninas feias…Gostam de se comportar como crianças não é? Então serão castigadas como tal. Se abracem.

Olhamos para ele, sem acreditar no que ouvíamos. Ele sabia que aquele era um limite. Nos odiávamos desde o dia que nos conhecemos e ele sabia disso.

_ VOU TER QUE ESPANCÁ-LAS PARA QUE OBEDECEÇAM VAGABUNDAS?

Nos abraçamos a contragosto, mas ele nos empurrou uma de encontro à outra.

_ Beijo. Quero ver um beijo.

Obedecemos, mas aquele beijo tinha gosto de abuso. Não sentíamos prazer em nos tocar. O prazer que agradar ao DONO nos dava, nossos corpos repeliam.

_Quietas agora.

Ele nos manipulou como se fôssemos duas bonecas de pano. Esfregou nossos rostos na buceta uma da outra, fez com que eu lambesse o cuzinho dela e ela o meu. Uniu os bicos de nossos seios com clamps e brincou de nos fazer gritar ao retirá-los, apenas para prendê-los novamente e repetir a brincadeira. Nos colocou de quatro nos batendo com o chicote e com a régua, ordenando que não parássemos de nos beijar. Desenhou em nossos corpos com cera, fotografando cada uma de suas criações. Ele suava e ria como um menino que aprisiona insetos, apenas para poder torturá-los. Finalmente, entre gargalhadas quase loucas, ele me vendou e me guiou para outro cômodo. Mandou que eu me ajoelhasse e esperasse naquela posição até ele voltar.

Não sei o que fez com ela ou quanto tempo se passou, mas eu a ouvi gozar ainda várias vezes antes de ouvir os urros do gozo do DONO. Ouvi a geladeira se abrir e copos se encherem repetidamente. Ouvi sussurros e beijos, que me pareceram ternos e carinhosos.Ouvi passos se aproximando no corredor. E então senti o primeiro jato.

Para minha surpresa ouvi o riso dele na porta. Com nojo constatei que a chuva vinha dela, por isso o barulho dos copos.Ele a fizera beber vário copos de água, para que a bexiga se enchesse e ela mijasse em mim. Dolorida e enojada, percebi que ele a fazia marcar no meu corpo, o seu território.

Quando ela acabou ele mandou que lhe preparasse um banho. Disse que ela que se juntaria a ele na banheira, por ter ultrapassado um limite para serví-lo. Mandou que eu fosse à área de serviço e tomasse um banho de mangueira e sabão-de côco, que me secasse e o esperasse no quarto. Já limpa e seca fui colocada na jaula, para que o assistisse colocá-la na cama e embalá-la como a um bebê até que ela dormisse. Como se eu não estivesse ali ele se deitou ao lado dela a desde então o escuto ressonar.

Tenho medo. Tenho medo de perder a coleira, a identidade e alma. Tenho medo de ficar sozinha e perdida.

Eu pertenço a ele. Ele consegue enxergar o que nem eu consigo ver com clareza. Ele tem a chave de todos os meus quartos escuros, e de vez em quando os abre, para que eu contemple o que tento esconder com tanto custo. No entanto nunca antes ele me deixara ficar neles por tanto tempo.” O Retrato de Dorian Gray, pequena. Há algumas visões que podem nos matar.”

Eu tenho medo do escuro. Medo de olhar o retrato. Eu tenho medo da morte em vida.

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Castigo – Parte I

O meu pé direito está formigando. Sei que daqui a pouco o formigamento irá se transformar em cãimbra.Tento me mexer mas a cage é muito apertada. Lembro quando ele a trouxe. Entrei no quarto e ela estava lá, ao pé da cama com um laço de fita imenso. Ele havia me ordenado mandar-lhe todas as minhas medidas: peso, altura, pescoço, quadris, comprimento de pernas e braços, cintura, tudo. Ele mandou fazer a gaiola sob medida para torná-la o mais desconfortável possível para mim. Ele me conhece, sabe que a imobilidade é o maior dos meus pesadelos. Respiro fundo e tento não pensar em nada, mas será impossível dormir assim. Eu o escuto ressonar na cama. Tenho pelo menos mais umas três horas até que ele acorde, e ainda assim não tenho certeza de quando ele irá me soltar. Estou sem coleira. Ele a deixou no chão, bem à frente da jaula, ao lado de uma tesoura. Choro baixinho, tenho medo que ele corte a coleira ao acordar e aí sim viverei meu maior pesadelo…

Não quero perder o DONO, mas vi como a raiva crescia em seus olhos á medida em que eu contava o que havia feito. No chão e de cabeça baixa, eu lhe contei todos os detalhes entre soluços. Ele se manteve frio. Calmo. Impassível. A não ser pelos olhos.  Os olhos de meu DONO são como os meus, podem virar brasas. Eu falava, me sentindo menos que uma vadia, uma vagabunda, menos que um animal lascivo e imundo. E ele, de pé, apenas escutava e me observava. Quando terminei o relato ele levantou minha cabeça pelos cabelos e sussurrou no meu ouvido: “sarnenta”. Deu-me três bofetadas, ainda leves,
e foi até a escrivaninha. Vi que ele pegou uma tesoura e instintivamente levei minhas mãos ao pescoço, como se pudessem proteger minha coleira.

_ Feche os olhos.

Eu o ouvi se aproximando e então senti (com alívio) o silver tape tapando minha boca.

_ Você é do tipo de vaca que não merece sequer uma gag.

Pelos cabelos fui arrastada até a cozinha. Meticulosamente ele esquentou a pontinha de um garfo no fogão e passou a marcar minha pele com ela em diferentes pontos. Ele sabe o quanto eu odeio queimaduras. Eu gemia baixinho cada vez que sentia o metal aquecido em minha carne. Ele apenas encostava, não queria marcas permanentes. Ainda não. De repente ele apertou meu pescoço até quase me sufocar, e logo em seguida enfiou dois dedos de uma vez em minha boceta. Rindo, ele cuspiu na minha cara:

_ Sua piranha imunda! Está gostando não é neném? RESPONDA COM A CABEÇA SUA VACA!

Fiz que sim e ele imediatamente me empurrou, me jogando no chão e passou a me dar chutes. Doloridos, mas nada perigosos. Ele sabe como fazer para que eles doam mas não machuquem. Enquanto me chutava ele me chamava de burra e dizia que eu não merecia o DONO, não sabia honrar a coleira que portava. De todas as dores da noite essa foi sem dúvida a pior.

Ele passou a sola do sapato em minha cara, sujando-a.

_ Assim fica melhor. Uma porca como você está sempre imunda.

Ele então me arrastou até o quarto.

_ Estava ansiosa para estrear o presente não é cachorrinha?  _ Mais três bofetadas, desta vez bem fortes.

Ele me prendeu na jaula. È pequena demais para mim. A posição era incômoda, mal conseguia me mexer.

Sem dizer nada ele apanhou a carteira e as chaves e saiu.

Três horas depois ele voltou com ela. Podia trazer qualquer mulher, mas trouxe justamente a única vadia que sabe que eu não iria suportar. Eu soube que era ela no momento em que escutei sua primeira gargalhada na sala, histérica, vulgar…inconfundível.

Ele me tirou da jaula e massageou meus membros com carinho, até que a dor neles diminuísse. Quando viu que eu já me recuperara voltou à violência de antes, me arrastando pelos cabelos até ela.

_ Já se conhecem não é cadelinhas? Ora sarnenta, não seja mal-educada!Cumprimente sua amiga!

Ele arrancou a fita de vez, me fazendo soltar um grito de dor. Encarei a vaca com raiva, e recebi um tapa tão forte que me fez cair.

_ NO CHÃO SUA PORCA! E OLHOS BAIXOS! Quero ver você se comportar.

Permaneci de quatro no chão enquanto ele a beijou e acariciou, fazendo-a gemer gostoso. Depois me mandou levantar a cabeça. A desgraçada estava mais linda ainda. Os cabelos agora eram de um vermelho profundo, que deixava seus olhos mais verdes. Usava um vestido preto e larguinho, mas bem curto. E botas pretas de cano longo. As coxas expostas eram perfeitas, firmes e torneadas. Os braços longos e atléticos. Ela sorria para mim com escárnio. Ele acariciou seus cabelos.

_ Está com sede meu amor? Vá à cozinha sarnenta. Traga-nos algo gelado. E nem pense em fazer nenhuma gracinha cadela, eu vou saber se você cuspir no copo da minha gatinha. Ela é linda não é sarnenta? RESPONDE PUTA!

_ Sim SENHOR. Ela é linda. _ respondi baixando os olhos.

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Meninas malcriadas

Dream a little dream...

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ELA

Ela o esperou até bem tarde mas ele não veio. Era assim há vários dias. Ele estava ocupado e sem tempo para brincadeiras. Mas ela o queria, ah como queria…Ela queimava. Primeiro de  desejo, depois de fúria. Estava furiosa consigo por ter esperado até tarde, mesmo sabendo que ele não viria. Sentia raiva pelo simples fato de, mais uma vez, estar esperando. Não, ela não era  do tipo que espera.

Ela o queria e o queria já , nunca fora de delegar o  controle sobre a satisfação de seus desejos a ninguém. Quando queria um homem ela  o caçava, ela o pegava como algo que em sua cabeça já lhe pertencia, já lhe era de direito. Ela se atirava sobre ele e rapidamente o envolvia, de tal forma que ele já não pudesse escapar. Ela havia aprendido com os anos a detectar as fraquezas dos homens, a lê-los e a identificar em cada um o ponto que deveria ser atacado. É claro que nem todos se transformavam em presas facilmente, mas o jogo também lhe era agradável. Alguns precisavam  ser afagados e quando um desses a atraía ela gostava de fazê-lo pensar que era ela e não ele a presa. Ela exibia-se docilmente até que ele viesse lhe fazer a corte, para depois às gargalhadas, pendurar mais aquela cabeça em sua parede.

Por isso quando pensava nele e no que fazia com ela  ficava ainda mais confusa, raivosa e excitada. E molhada, molhada como uma adolescente. Nos últimos tempos ela não pensava em outra coisa um só minuto, a não ser em tê-lo  grudado em suas costas, falando coisas das quais qualquer um se envergonharia em seus ouvidos. Pensava nas mãos dele segurando seus quadris e lhe puxando com força,  e em sua boca  lhe mordendo a nuca, como se ela fosse uma gatinha.

A ele, ela entregava totalmente o controle de sua vida. Ficava lá, sentada  a sua espera como a boa menina que  nunca fora nem quisera ser. Por causa dele ela havia ficado quando teve a chance de ir embora. Ela havia se transformado em alguém doce e agradável. Ela havia aprendido que às vezes, mesmo não querendo, é preciso obedecer. E ainda assim, quando tentava analizar os fatos ela concluía que iria até o fim do mundo para buscar o que ele desejasse, mesmo que na viagem tivesse que se abandonar completamente.
waiting__by_silvermercury

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